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Já ando naquela idade em que, estando muito tempo sem notícias de um amigo, quando nos reencontramos segue-se um rol interminável, impressionante e deprimente de desventuras ocorridas a conhecimentos comuns (com uma outra florzinha solitária de boas notícias rompendo a carapaça do infortúnio). Pego em
Labels, um dos primeiros livros de Evelyn Waugh (um trivial livro de viagens), e acompanho uma reflexão final e sombria: "
Fortune is the least capricious of deities, and arranges things on the just and rigid system that no one shall be happy for very long."
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Lembrei-me do poema de Alfred de Musset:
La vie est brève:
Un peu d'espoir,
Un peu de rêve
Et puis – bonsoir.
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