Silenciemos a oposição com um rolo compressor!
O novo Ashram minimalista
quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Quando chegaste
As coisas grandes nascem pequenas. A cada balido que eu ouvia entre os passos frenéticos no corredor, para trás e para a frente, o meu coração sobressaltava-se, eu estacava, esperava uns instantes, e recomeçava. E depois uma porta abriu-se e ele chegou, embrulhado, engelhado, os olhos cerrados, sem um gemido, a revolucionar o meu mundo.
sábado, 1 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Ainda a pederastia de alguns clérigos
Acho estranho que tantas pessoas não percebam a especial gravidade que reside no facto de haver alguns padres que caíram no mais sórdido e abjecto dos pecados (bastaria que houvesse um que tivesse caído): o grau de exigência, afinal, não pode ser o mesmo para as ovelhas e para aqueles que pretendem ser os pastores, e é perverso, chocante, que seja mais leve para estes do que para aquelas.
Acho estranho que não percebam a gravidade que reside na cumplicidade do silêncio, mascarado de misericórdia para com os prevaricadores (como é que, a partir daí, se poderá voltar a admitir qualquer censura de uma ovelha por um pastor?).
Acho estranho que não percebam que apenas logram acirrar o anti-clericalismo com essas tentativas de exoneração colectiva e indiscriminada de todo o clero, com argumentos de "respeitinho" e de paranóia de "perseguição laica" que redundariam, se aceites pela populaça ovina, na impunidade dos criminosos.
Claro que sobranceria e negação podem dar-se as mãos para dizerem que a Igreja a tudo resistirá: é tão estranho como o seria se um paciente, verificando que lhe falam de uma maleita que não o matará, recusasse o tratamento e passasse ao contra-ataque dirigido a quem o alertou.
Resta saber se o paciente, a quem se promete um futuro indefinido, quererá transportar consigo, para sempre, estas cicatrizes desfiguradoras que não podem deixar de repugnar, indeléveis que são, a ovelhas cada vez menos silenciosas.
domingo, 18 de abril de 2010
Em comemoração de um dia de reencontros (presenciais)
"Transeuntes eternos por nós mesmos, não há paisagem senão o que somos. Nada possuímos, porque nem a nós possuímos. Nada temos porque nada somos. Que mãos estenderei para que universo? O universo não é meu: sou eu"
Bernardo Soares, Livro do Desassossego
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