O novo Ashram minimalista

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Quem tem ZON




Anda aí à solta uma grande empresária, Sra. Isabel dos Santos, a comprar tudo o que é participação social em grandes empresas portuguesas – depois de, ao que consta, ter gasto uns trocos em latifúndios e em apartamentos de luxo.
A mais recente foi a ZON.
Diz-se que no pacote promocional da ZON passa a constar um DVD com o filme "Diamantes de Sangue", oferecido a todos os novos subscritores.

Negócios Pios




Agora que o Vaticano se prepara para canonizar um Papa que se permitiu ter tiradas anti-semitas ainda depois de conhecida a perseguição nazi aos judeus (não, não foi apenas o caso de não ter feito nada…), ficamos também a saber que chegou a haver planos de o trazer para Portugal. (LER)
Por castigo, deveriam ter-lhe arranjado uma courela em Vale de Judeus ou um T1+1 no Monte Abraão.

Natal e contingência (vai ser diferente este ano)



Um dia nas corridas (2)




Quando questionada sobre o sucesso do seu trabalho, a bailarina e coreógrafa Martha Graham respondeu que "There is no satisfaction whatever at any time. There is only a queer, divine dissatisfaction; a blessed unrest that keeps us marching and makes us more alive than the others".

Um dia nas corridas (1)




"Words ought to be a little wild, for they are the assault of thoughts on the unthinking" (John Maynard Keynes)

Combatendo o aquecimento global




O Climategate alastra para a Wikipédia:

e
Porque será que não estou surpreendido?

domingo, 20 de dezembro de 2009

Natal: cá vamos nós outra vez...



Decorações de Natal no Hall do Ashram (desculpem o registo intimista)



Congresso extraordinário do PPD: corrida à liderança (antecipação em POV)



Berlusconi




Sobre a agressão a Berlusconi, às reflexões de Charlotte acrescentei:
"Um pouco de deontologia, gentes! (LER)
Que se deteste um político, acho normal e até salutar; que se passe à acção, ou se incite à acção, com base nesse ódio, é coisa totalmente diferente, e moralmente reprovável em todas as circunstâncias.
Por mim, sou defensor do tiranicídio – a deposição ou eliminação dos tiranos quando se esgotaram os meios de removê-los, e a população ganha o direito de se defender pela força contra a força do tirano: o estado de necessidade, a ausência de alternativas, excepcionalmente legitimam esse meio pelas consequências de usá-lo ou deixar de o usar.
Nada disso estava em causa num país que democraticamente elege e reelege um político particularmente detestável.
Que um inimputável agrida, é moralmente neutro; que um não-inimputável aplauda o gesto é algo de moralmente abjecto. Deontologicamente, é até algo de definidor do carácter do não-inimputável."

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Um Natal com iluminações




Eu era pequeno e tinha mais frio; as compras cansavam-me, parecia-me que andava quilómetros por ruas íngremes, perenemente escorregadias, repletas de gente de ar adoentado e atulhada de roupa volumosa. Sentia-me um pouco culpado por usar o atalho das escadas rolantes no Grandella sem comprar lá nada. De algumas portas saía o cheiro a bolos e a café com leite, um cheiro adocicado que me nauseava. Obrigavam-me a usar umas gabardines que me deixavam ensopado mesmo quando não chovia, e em dias mais frios os meus punhos e colarinho literalmente fumegavam. Os automóveis poluíam alegremente, engarrafavam-se entre a multidão acotovelada e anónima, pontuada aqui e ali por um cauteleiro esganiçado, um janota abraçado a uma matrona, por miúdos de melena, óculos de tartaruga e duffle coats, e polícias de nariz rubicundo. Ainda havia ardinas, lentos e recurvos, e já havia uns freaks a cheirarem a incenso e a patchouli, de bornal com uns dizeres; e eu, que absorvia tudo isto como um mata-borrão, tanto e tão perfeitamente que fecho os olhos e ainda sinto o cheiro das camisolas de malha e das golas de raposa das samarras e do vento que nos trazia um Tejo importuno, fétido e anti-natalício.

Aumenta aí a definição da imagem: um dos truques mais estafados da narrativa cinematográfica



quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Casamento Gay




Salvo o devido respeito pelo legislador, que é muito – imenso –, parece-nos que algo escapou ao olho clínico (honny soit…) do mesmo legislador. É que se a meta é a de se estabelecer plena igualdade sem discriminação em sede de casamentos, ela não foi alcançada!
Vejamos o caso do casamento de dois machos: esse (matri)mónio fica impedido de gozar as licenças de maternidade de que beneficiará, já o casal heterosexual, já o casal de fêmeas que quiserem recorrer aos préstimos de um semental.
Suponha-se que estes outros casais desatam a procriar e se abalançam a uma prole de cinco unidades: entre licenças de maternidade e de paternidade vai cada casal beneficiar de mais de dois anos (interpolados, é certo) de "absentismo pago"!
Proponho a seguinte solução: no momento do (matri)mónio (não seria melhor, à falta de "mater", chamar a esse contrato entre machos um "harmónio"?) é solicitado ao casal de machos que declare quantos filhos pretenderia ter, se pudesse tê-los. Presumindo-se a boa-fé do casal, é-lhe passada uma guia de licença a crédito, a ser descontada a uma periodicidade mínima (anual será razoável?) e até que o mais jovem dos machos ultrapasse a idade da menopausa – caso fosse fêmea – ou se presuma atingida a dimensão da "prole virtual máxima" que seja fixada em Portaria.
A natureza é cruel e injusta, e parece querer impor diferenças. Felizmente que temos o Direito e a liderança do legislador iluminado para contrabalançar esse estado de coisas e repor uma harmonia consentânea com o nosso sentido moral.

O Ashram à frente na votação para "Melhor Blogue Snob do Ano"





Vincent: um Tim Burton mais puro



American Idol









GPS + Google Earth




Por enquanto só nos Audi "topo de gama"

Late show




Senti perfeitamente o abanão, talvez por dois ou três segundos - o solavanco, as escadas emitindo um rugido sinistro, os caixilhos das janelas sacudindo. Assusta-me a ideia de que não me levantei sequer, e devo ter incorporado o episódio no sonho que estava a ter. Deve ser a Providência que se encarrega de nos bloquear o medo durante os instantes decisivos.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

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