No Kremlin de Estaline? Nâo, no Vaticano de Bento XVI, que agora parece querer-nos convencer de que Ratzinger nunca pertenceu às juventudes hitlerianas.LER
O novo Ashram minimalista
No Kremlin de Estaline? Nâo, no Vaticano de Bento XVI, que agora parece querer-nos convencer de que Ratzinger nunca pertenceu às juventudes hitlerianas.
Ao centro, a mui portuguesa Sausalito e ao longe San Francisco. À esquerda, Alcatraz e a Bay Bridge.
Muito interessante: mas nem uma referência a Demócrito, ou ao ensaio de Bergson? LER
Juízes iluminados descobrem que não há qualquer «direito ao anonimato» na blogosfera… LER
A misoginia comum a todos os fundamentalismos religiosos. LER
Sogra fundamentalista tenta reinstaurar a escravatura na Grã-Bretanha. LERNa morte de Michael Jackson não deixo de meditar no modo como um artista talentoso degenerou tão depressa num freak show. Se na sua inocente frontalidade as crianças pudessem julgar, Michael Jackson acabaria imediatamente no inferno; antes isso, penso eu, do que a multiplicação estridente de absolvições adocicadas a que vamos assistir, em testemunho da nossa tão adulta hipocrisia.
"Um blogue pode ser um passatempo, um entretenimento fútil, um instrumento lúdico, um estendal narcisista. São utilizações correntes, e legítimas. Porém (…)"
Daqui, uma vénia respeitosa ao "Sexo dos Anjos" no seu ocaso, da parte de um Ashram que seguiu, em mais de um sentido, na direcção oposta (a começar pelo facto de cá se ter assumido o passatempo, a futilidade, a brincadeira, o narcisismo, com brevíssimas intermitências de «tom sério», mas sem qualquer concessão a «objectivos de missão», por legítimos que sejam - e são).
Bonne chance!
Os jovens a partir dos 12 anos passam a poder fazer testes da Sida, e à sorrelfa. Até aqui tudo bem, mas talvez fosse de avisá-los de que um resultado negativo não é a licença para a promiscuidade impune – porque há dezenas de outras doenças sexualmente transmissíveis. Além disso, há ainda aquele irritante e démodé detalhe do respeito, do pudor, da auto-estima e até do amor romântico, que aconselhariam a que a mocidade não começasse tão cedo na fornicação desenfreada e na sujeição a tais testes sanitário-pecuários.
Vejo na TV que se traduziu em várias línguas um pequeno manual de cuidados infantis: em inglês, croata, russo, etc., destinado aos imigrantes. Para que é que serve?, interroga a jornalista. – Por exemplo, para ensinar a amamentar, responde a técnica responsável.
Um amigo meu israelita dizia-me há muitos anos que a clivagem mais funda com os países árabes, a mais difícil de superar, é a do estatuto das mulheres.