O novo Ashram minimalista
terça-feira, 9 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Lá fora o quê?
Está um grupo animado a experimentar «crêpes flambées au Cointreau», eis que um desmancha-prazeres lembra que na TV há resultados eleitorais. Ver resultados eleitorais é viajar no tempo, é um exercício, algo dorido, de obsolescência - os mesmos tiques e mentiras de sempre, a mesma remonta de arranjistas sabujos e de anões morais e mentais, a mesma estridência «pommadée» de psicopatas ostentativos.Não há pachorra: alguém fecha a janela, por favor? Onde íamos nós?
domingo, 7 de junho de 2009
Land of Anaka: finalmente no YouTube!
Demorou uma eternidade a chegar. Insisto: uma das mais belas canções de sempre, num vídeo que é simplesmente mágico.
Um nó na garganta
Quando estava a embarcar no Rio, para me consolarem diziam que não é normal ocorrerem duas tragédias tão perto uma da outra, e mais ainda na mesma rota.Não sabiam da «Falácia Monte Carlo» (LER). Eu sabia.
Procurei seguir no ecrã o momento em que o avião estaria na mesma zona, mas não consegui; caíra a noite e adormeci, e acordei já sobre as Canárias. Imaginei que aqueles desgraçados tinham sido sacudidos do seu sono para alguns minutos de puro horror.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
A Portela como micro-cosmos
Chegada à Portela com o handling no seu nível de sempre. De entre a bagagem dita prioritária, saem ao fim de poucos minutos duas Vuitton, recolhidas triunfantemente por dois jet-setters hiper-bronzeados. Passam mais vinte minutos até que saiam as outras, prioritárias ou não. Quem chega a Lisboa aprende logo, nos primeiros minutos, um facto fundamental sobre a sociedade portuguesa.quinta-feira, 4 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Na morte de mais um bandido
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"Por seu lado, o ex-Presidente português Ramalho Eanes elogiou as qualidades de Luís Cabral, com quem conviveu de perto e que nunca perdeu a afeição por Portugal, mesmo nos anos da Guerra Colonial, que começou em 1963 nesta ex-colónia.
«Empenhou-se em tudo fazer para que exemplares fossem as relações entre Portugal e a Guiné, como se iria empenhar na resolução de diferentes problemas que a descolonização levantara entre Portugal e especialmente Angola», lembrou à TSF.
Ramalho Eanes recordou o facto de Luís Cabral ter sido o anfitrião da Conferência de Bissau, em 1968, entre os presidentes português e angolano, Agostinho Neto, e de o primeiro presidente guineense se ter mostrado sempre disponível em contribuir para que as relação entre Portugal e PALOP fossem as melhores.
«A ele se deve, em minha opinião, em grande parte, a que Portugal dez anos depois da descolonização tivesse conseguido uma normalização contributiva e de mútua colaboração com todos os PALOP, o que é reconhecido como singular sucesso na descolonização africana», concluiu."
LER
"Por seu lado, o ex-Presidente português Ramalho Eanes elogiou as qualidades de Luís Cabral, com quem conviveu de perto e que nunca perdeu a afeição por Portugal, mesmo nos anos da Guerra Colonial, que começou em 1963 nesta ex-colónia.
«Empenhou-se em tudo fazer para que exemplares fossem as relações entre Portugal e a Guiné, como se iria empenhar na resolução de diferentes problemas que a descolonização levantara entre Portugal e especialmente Angola», lembrou à TSF.
Ramalho Eanes recordou o facto de Luís Cabral ter sido o anfitrião da Conferência de Bissau, em 1968, entre os presidentes português e angolano, Agostinho Neto, e de o primeiro presidente guineense se ter mostrado sempre disponível em contribuir para que as relação entre Portugal e PALOP fossem as melhores.
«A ele se deve, em minha opinião, em grande parte, a que Portugal dez anos depois da descolonização tivesse conseguido uma normalização contributiva e de mútua colaboração com todos os PALOP, o que é reconhecido como singular sucesso na descolonização africana», concluiu."
LER
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Porquê palavras destas? Estupidez? Conluio ideológico? Ignorância do tropa português?
domingo, 31 de maio de 2009
Muckraking, Gutter & Yellow Journalism
Lendo a Consoror CHARLOTTE e a sua hábil defesa de MMG, meditei na ténue linha que separa omuckraking do Gutter Journalism e do Yellow Journalism.
Não sou benevolente como ela, não presumo nada, nem tomo a condição feminina, ou o preconceito androcêntrico, como atenuante da degradação do profissionalismo (de qualquer profissionalismo).
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