O novo Ashram minimalista

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Clapton, Tulsa Time

Clapton, Before You Accuse Me

Santana, Black Magic Woman

Desculpem, mas com a cabeça em água (deve ser da altitude) só dá para música desta...

John Cougar Mellencamp, Jack & Diane

John Cougar Mellencamp, Hurts So Good

O rapaz é de esquerda, mas a gente perdoa-lhe...

Joyce: Charlotte, rejoice!

Sweetheart

A música é uma treta, mas tem boas perspectivas do Guggenheim de Bilbao, e boas perspectivas de Mariah Carey, na fase pré-lontra...

A bout de souffle

No Hillary Step, à vista do cume. Obrigado a Je Maintiendrai pela lembrança!

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

La Legion Portugaise e um dilema historiografico

Je Maintiendrai deplora o maniqueísmo prevalecente na historiografia nacional – em especial no que respeita ao sucedido nos últimos 200 anos, e especificamente no que toca à presença portuguesa nas hostes napoleónicas.
No entanto, acho difícil contar-se seja o que for «au-dessus de la mêlée», seja:
a) porque não é possível traçar-se uma bissectriz e dizer-se que o retrato humano fica incólume (nenhum de nós vive num equilíbrio de virtudes e defeitos);
b) porque estamos em Portugal, um país de capelas e fidelidades – um país que não é possível retratar noutro registo sem se desfigurar o que foi e é ainda o motor dos seus protagonistas (muitos dos retratados nada valem fora da sua filiação, são profundamente desinteressantes como modelos de virtudes pessoais ou cívicas);
c) porque uma historiografia «asséptica» seria o cúmulo da arrogância «actualista», uma mescla de triunfalismo «whiggish»-hegeliano: quem somos nós, servos de paixões, para julgarmos ou censurarmos os que outrora o foram também – só que de outras paixões?
A historiografia, na minha humilde opinião, é um exercício «contaminado», e essa contaminação não é boa nem má – é inevitável. Dito isto, tudo é uma questão de grau: por mim, a historiografia deve travar uma batalha contínua para não submergir a simpatia pelo passado com ruído do presente, seja o da censura arrogante do «trono imperial da retrospectiva», seja o da dissolução relativista-antiquarista que tenta reviver paixões e justificar atitudes. «Au milieu de la mêlée», decerto, mas travando um diuturno combate pela elucidação – e, se possível, pela edificação dos vindouros. Aí entro em incondicional sintonia com Je Maintiendrai: afinal estamos num meio onde há ainda muita gente capaz de afirmar-se «miguelista» sem pestanejar e sem rir – e num país onde haverá ainda comunistas 500 anos depois de essa fé ter sido abolida no resto do mundo. Todos os auxílios para passarmos à frente disto são positivos – mesmo que se trate da nova vaga romanceiro-historiográfica.
Por mim, é ler e reler Nuno Espinosa Gomes da Silva, no seu primoroso "Reflexões sobre a Génese do Chamado «Projecto» de Constituição de 1808, a Outorgar por Napoleão a Portugal", publicado na revista Direito e Justiça em 2004. Um retrato conciso mas imbatível da época, pelo nosso melhor historiador do Direito (coisa que, aparentemente, ninguém lhe perdoa).

Comedia franco-rural (e descoberta a digna sucessora - romena! - de Marlene Jobert)

Todos os pretextos (mesmo um filme vulgar) sao bons para rever Sophie Marceau

P. 161

Respondendo ao repto lançado por Miss_Pearls:
+
"The musicians who created it achieved something quite new: a system of tonalities, and an instrumental «space» which allowed for growth, contrast, dramatic confrontation and final resolution, all within a purely musical dimension: the sonata form, which developed progressively from the twelve-minute symphony of the pre-classical period to Beethoven's hour-long Ninth Symphony". Sir Peter Hall, Cities in Civilization (5. The City as Pleasure Principle: Vienna 1780-1910)
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Voilà! Onde está o Cartier?

O segredo da longevidade feminina

"In the cause of equal rights, feminists have had much to complain about. But one striking piece of inequality has been conveniently overlooked: lifespan. In this area, women have the upper hand. All round the world, they live longer than men. Why they should do so is not immediately obvious. But the same is true in many other species. From lions to antelope and from sea lions to deer, males, for some reason, simply can't go the distance.
One theory is that males must compete for female attention. That means evolution is busy selecting for antlers, aggression and alloy wheels in males, at the expense of longevity. Females are not subject to such pressures. If this theory is correct, the effect will be especially noticeable in those species where males compete for the attention of lots of females. Conversely, it will be reduced or absent where they do not.
(…)
Dr Clutton-Brock reckons that the sex difference in both human rates of ageing and in the usual age of death is an indicator that polygyny was the rule in humanity's evolutionary past—as it still is, in some places. That may not please some feminists, but it could be the price women have paid for outliving their menfolk
."

Ashram Sionista

Passe a boutade, descobrimos o interior do Ashram do Confrade Combustões, lá por terras de Sião. A loiça, adivinha-se, é Arcopal, aquela de ir ao micro-ondas...

domingo, 28 de outubro de 2007

Educacao musical 2

Ainda Chaka Khan, nos alvores do hip-hop, com uma ajudinha de Stevie Wonder na harmónica... irresistível! Melhor do que isto, só Chaka Khan em backing vocals de Higher Love, de Steve Winwood, mas não encontrei no YouTube.

Educacao musical 1

Da original intérprete de I'm Every Woman, ainda melhor: Ain't Nobody.

Olissipografia: a nova Villa Balzac?



Vistas do prédio alto junto à Escola Dona Luísa de Gusmão: a Villa Balzac?

Olissipografia: Senhora do Monte 2





Olissipografia: Senhora do Monte



Glosando o mote de Bic Laranja, com fotos encontradas na Ilustração Portuguesa (dois blogues notáveis).
(Clicar para ampliar)

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

No Karakoram

Mais uma vez num campo avançado, à vista do cume. De outras vezes senti uma ansiedade intensa, desta sinto uma preocupação mais difusa, mais o medo da descida do que da subida. Lembro-me de ter lido algures que antes destas escaladas culminantes conta-se o tempo que falta, para depois se contar o tempo que resta. Logo se vê: por ora, aqui do glaciar de Baltoro já se vê o cimo da Torre de Mustagh – são só mais uns dias de esforço, e o pior já ficou para trás.

Um filme magnifico: Fauteuils d'Orchestre

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Boa noite! (depois de tanto Heidegger...)


Plumas e anti-plumas


O Confrade Réprobo coloca, em tom lisonjeiro, algumas dúvidas sobre o meu passado de "dedicated follower of fashion". Nos meus verdes anos paguei algum tributo a esse dandyismo de pose, a forma mudou mas a corrente narcísica continua latente, agora endereçada a outros alvos, emergindo noutros recantos. A roupagem já não me emociona, mas não quer dizer que não haja outros ídolos, outras ostentações – começando pela perversa anti-ostentação de «moral republicana» que mal disfarça uma concepção muito diletante e elitista da vida e das pessoas. Às vezes, para mortificação do meu «eu» presente, lembro-me de que, quando era frívolo e venerava as plumagens, ao menos era sincero: e que olhava mais para o conteúdo das montras do que para o reflexo do meu arcaboiço no vidro das montras.


Noticias do inferno


Li-o depois do jantar, e confesso que é peça indigesta. O primeiro instinto é pensar que se tratou de um ajuste de contas entre correligionários, mas depois percebe-se que houve muitos inocentes triturados pelo meio. Depois lembramo-nos de que foi aquela gente que o Governo português subservientemente apoiou e apoia ainda. Finalmente, pensamos que alguns dos torcionários (Pepetela, Luandino) continuam a encher a boca de tudo o que é intelectualóide «meia-leca» cá do burgo. Sinistro.

A ler em breve, a historia de Slowhand, Guitar Hero

Martin Heidegger (7 / 7)

Martin Heidegger (6 / 7)

Martin Heidegger (5 / 7)

Martin Heidegger (4 / 7)

Martin Heidegger (3 / 7)

Martin Heidegger (2 / 7)

Igor Stravinski 1 / 5

Pablo Picasso

Aranjuez (Richard Anthony)

Martin Heidegger (1 / 7)

Sigmund Freud

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

A Case of You: o mais belo poema de amor da historia do rock

Nostalgia dos Foreigner

Kinks & uma alusao ao passado dandy de um Jansenista

Tour de l'Ile

É desta que o Ashram lançou a austeridade às urtigas. Graças a um orçamento rectificativo, arranjámos o milhão e meio de dólares para comprar o mais complicado relógio de pulso (não de bolso) de sempre, o Vacheron Constantin Tour de l'Ile (frente e verso na foto). Só foram produzidos sete exemplares: sim, sete apenas. Impressionados? Metade da dívida do filho do fundador do BCP dava para comprá-los a todos.

Winter multitasking

Agora que Miss Pearls conseguiu fazer com que a chuva voltasse, resta-me a reconversão ao jogging indoors. Vai daí, para ganhar tempo...

Trafico de Armas nas Caldas

Descoberto um importante arsenal de faiança UZI. É desta que vamos recuperar na balança comercial?

Saudades da Tundavala

Três vezes e meia a Tour Eiffel...

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Borges y Tu

Noticias do labirinto

The Life and Times of Glenn Gould (5/5)

"Now, for the first time, we know that the intensely private Gould carried on an affair for five years, beginning in 1967, with a married German-American painter named Cornelia Foss. She left her husband Lukas, himself a prominent pianist and conductor, and moved her two children to Toronto at the height of the affair. A year before her move, Gould had asked her to marry him.
This bold attempt at domesticity may have marked the most intense chapter in Gould's lifelong struggle with his demons. His phobias and pill-popping for a number of maladies, many of them imaginary, likely contributed to his early death on Oct. 4, 1982, nine days after his 50th birthday.
At her summer home in the Hamptons, Foss spoke to me recently – her first published interview on the subject – about life with Glenn Gould.
It is a story of obsession and heartbreak. Most of all, it is the rarest of windows into the guarded inner life of one of the 20th century's most compelling, and mystifying, artistic figures.
"I think there were a lot of misconceptions about Glenn and it was partly because he was so very private," Foss said.
"But I assure you, he was an extremely heterosexual man. Our relationship was, among other things, quite sexual."
" LER

Variacoes Goldberg, versao Brooklyn: Simone Dinnerstein

"Another thing: One feels that Dinnerstein was, from the start, playing for someone—unlike Gould, who played for himself and maybe, if he was in a sociable mood, Bach. Gould was one of the first classical musicians to master the mode of phonography I've called "cool": Rather than reach out to the listener, he lets the listener come to him. Dinnerstein's performance is anything but cool; it glows with a warmth that I will, with difficulty, restrain myself from calling maternal. Yet it has its own profound inwardness. Dinnerstein sheds some light on this: "When you're pregnant, you're aware of having somebody else there, but it's also very much you. In a way, the most playing for yourself you could possibly do is playing with a baby inside."" LER

Adeus, Cais das Colunas

Entretanto, parece que nunca mais veremos o Cais das Colunas restituído à sua forma original. Teremos em vez dele, e para perpétua memória da plebe, um monumento à engenharia portuguesa. A forma do monumento é estranha, mas ao menos não tem mão (ou outra parte corporal) de escultor...

Humor negro a portuguesa: o Titanic-2

Leio nos jornais que o renovado Túnel do Rossio passou a ter uma escapatória na R. Alexandre Herculano. Só que ela não tem acesso para deficientes. Assim, se houver um desastre e for mesmo preciso usar a saída de emergência, está feita a primeira triagem.

A bizarra ausencia de Louis-Ferdinand Celine

A bizarra presenca de Louis-Ferdinand Celine

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

A entrada do Paraiso

"The image of Florence that leaps first to mind for modern tourists is probably Brunelleschi's immense dome on the city's cathedral, the Duomo. But the dearest image of the town for Florentines over the centuries has been the smaller octagonal building that stands before the Duomo and serves as its baptistery. This, the most honored and sacred place in the city, is the church of Saint John the Baptist. Dante, who called it mio bel San Giovanni, "my lovely Saint John's" (Inferno 19.17), was baptized there in 1265.
Where the present cathedral, Santa Maria del Fiore, stands, there was, before the fourteenth century, the much smaller parish church of Saint Reparata. That could not compete with the shrine of the Baptist, who is the patron saint of Florence—what Saint Mark is to Venice or Saint Peter to Rome. Florence is "the city of the Baptist" (Inferno 13.143)—so much his city that the local coin, the florin, bore his image. This shrine of Saint John is where his relics were guarded —his jaw and two of his fingers, including the index finger that pointed to Jesus as "the Lamb of God." The most powerful guild in Florence, the Calimala, or cloth merchants, made the care and adornment of this place its special concern, lavishing on it princely sums century after century."
+++
Garry Wills, The Loveliest Doors (The Gates of Paradise: Lorenzo Ghiberti's Renaissance Masterpiece) LER

Ainda o genio canadiano...


The Life and Times of Glenn Gould (4 of 5)

Uma pergunta cara a Combustoes & Je Maintiendrai: Are Diplomats Necessary?

"Diplomacy is one of the world's oldest professions, although diplomatic practice as we know it is a relatively recent development. Using ambassadors and envoys, often distinguished personalities of the time (Dante, Machiavelli, Peter Paul Rubens), was an accepted practice throughout recorded history. It was also regarded, in Europe at least, as "a kind of activity morally somewhat suspect and incapable of being brought under any system."
The establishment of the international rules of diplomacy, including the immunity of diplomats, began with the Congresses of Vienna (1815) and Aix-la-Chapelle (1818). The rules were a European creation gradually adopted in the rest of the world. Further international conventions update them from time to time. Diplomats have enjoyed a surprising degree of immunity from criticism for the often violent and disorderly state of international affairs.
The history of diplomacy abounds with double-edged bons mots on the nature of ambassadors and diplomacy: "honorable spy"; "splendide mendax"; "a process of haggling, conducted with an utter disregard of the ordinary standards of morality, but with the most exquisite politeness"; and the sixteenth-century Sir Henry Wotton's famous comment, allegedly in jest, that "an ambassador is an honest man sent to lie abroad for the good of his country."In Independent Diplomat, Carne Ross has little patience with the qualified admiration and curiosity with which ambassadors have traditionally been regarded. He tells the story of the disillusionment and rebirth—also in diplomacy—of a fifteen-year veteran of one of the most internationally respected diplomatic establishments, the British Foreign Service
."
+++
Brian Urquhart, Are Diplomats Necessary? LER

Si je puis m'exprimer ainsi: o amor "desconstruido" por Fernandel

Pobres deputados europeus!

Toda a gente fala da entrevista do PGR, mas eu o momento mais alto do suplemento do SOL acho que foi aquele exercício martiriológico / hagiográfico sobre os deputados europeus, profissão de desgaste rápido (imaginem que têm que viajar semanalmente para sacar mais uns cobrezitos...). Uma vida de penar e de devoção: devia haver um Panteão só para eles!

domingo, 21 de outubro de 2007

A la recherche du cote snob – falam Paul Morand e a Princesse Soutzo

Francois Mauriac fala de Proust

O Fado tourist trap

Um excelente comentário, daqueles que sinceramente tenho pena de não ter sido eu a escrever:
"Mariza até poderia ser uma boa fadista, bastava que quisesse ser ... Mariza.
Mas para nova Amália é que não!
Sobretudo porque o fado precisa de novas "Amálias", não necessita de imitações (Boas ou más) de Amálias. O Fado precisa de evoluir e felizmente há fadistas que estão a fazer evoluir o fado, Ana Sofia Varela, Cristina Branco, Cátia Guerreiro, etc.
Com "fadistas" como Mariza ou a inenarrável Mísia, o fado não evolui, regride, porque as imitações são más e porque, ao contrário do tempo de Amália, as imitações de Amálias não têm Alains Oulman atrás delas, têm uns tipos execráveis, que nem uma nota de música devem saber.
"
O resto AQUI.

sábado, 20 de outubro de 2007

Na vitoria sul-africana

Por associação de ideias, lembrei-me da minha fugaz passagem pelo rugby, e de uma música que «curtia» naqueles tempos de malandragem: ZZ Top, La Grange.

Lembrando Celeste Albaret

A agradecer os votos de parabéns da Consoror Charlotte (e com três belíssimas escolhas musicais, de que só conhecia a segunda), aqui vai a lembrança de uma velha troca de impressões: Céleste Albaret fala do patrão, num depoimento muito comovedor.

Presidente do Conselho

A designação agrada-me, mas receio que agora ela ressurja em termos um bocadinho menos prestigiantes. Com o Tratado de Lisboa a UE vai passar a ter um Presidente do Conselho. Em rigoroso exclusivo, aqui o Ashram revela a primeira triagem de candidatos, algures em Bruxelas (qualquer confusão com um velhinho filme de Brian de Palma é mera coincidência...).

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

O Tratado de Lisboa e um Tratado de Rugby

Quando uma pessoa vai a Lourenço Marques, tem que certificar-se de que no quarto há uma televisão com canais sul-africanos, daqueles que passam documentários, filmes, séries. Quem tenha a infelicidade de só ter o canal indígena no seu receptor vê-se defrontado com longuíssimas soirées ocupadas por cavalheiros muito engravatados a asseverarem que Moçambique é um caso de sucesso, e que Moçambique está na moda.
Hoje os telejornais portugueses imitavam muito fielmente esse estilo, dando conta de grandes feitos lusitanos – ao que parece mais um acordo de mercearia, a mesma que anunciou que vai deixar de fornecer fiado.
+++
Felizmente havia o rugby, e foi um show de jogo no chão. Valentes argentinos! Toda a gente tem medo dos franceses, que sabem jogar duro e porquinho (ó se sabem!). Nada intimidou aqueles valentes argentinos, e vi defesas a um e dois metros da linha de ensaio que julgo nunca ter visto. Grandioso! Isso sim é que foi um tratado!

Presente para mim proprio


Já que ninguém avançou com nada, atribuí-me a mim mesmo esta bela «portugaise» de IWC (fotos de frente e verso), a ver se me animo para mais um ano de andanças...


Ashram remodelado



As portas do Quarto Ano


Todos a Saint-Malo!

Hoje o jantar é no Borgnefesse, em Saint-Malo, o restaurante mais louco do hemisfério (começando pelo título). O dono, um filibustier caricato, rejeita clientela ao palavrão (ao estilo capitão Haddock, revisitado por Rabelais), tenta beijar as clientes e bebe dos copos dos clientes (quando uns e outros se distraem, claro). Bom para maiores de três anos. Agitação garantida.

Na mouche

3!

A pensar que o Ashram entrou na idade crítica dos blogues - sentindo a curva da produtividade marginal descendente, a inspiração a falhar, o tempo a faltar. E assim fui buscar apoio a Neil Young e a esta conversação com «Natais futuros», numa comparação inter-temporal sempre desanimadora e pouco lisonjeira.
Os poucos que ainda passam por aqui já sabem que não é possível estar-se bem todos os dias. Mesmo assim o saldo líquido é ainda de alegria e despreocupação, e cá vou fazendo por aqui o que muito bem me apetece e me dá na gana - porque infelizmente lá fora a música é outra. Enquanto a contabilidade for de maior número de dias bons do que de dias maus, a gente vai continuando.

2...

Fiquei de súbito nostálgico e romântico...

1...

Reencontrei uma cantora poderosa para me acompanhar na contagem...

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Dedos de silicone e biometria da treta

Espantosa demonstração, ontem, da total inutilidade do controle «biométrico» com o dedo, fazendo passar no scanner, com aprovação, uma cópia de silicone do dedo de um utente com acesso. Fica provado que o cartão magnético é muito mais seguro, pela simplicíssima razão de que é mais difícil de copiar. Tudo isto seria ridículo e inútil apenas, se não nos pusesse a pensar no negócio de milhões que representa a instalação desses scanners biométricos.
(Na foto, Santiago do Chile: apetece fugir, não é?)

Illiers – Combray (onde um Jansenista deambulou ha poucos anos, em romagem)

PoMoPN?

Chega-me aos ouvidos que querem colocar, em pleno pátio do Pedro Nunes, um mini-Centre Pompidou. Para quê? Não é desperdício de dinheiro? E já não se respeita nada?

Musicando


The Life and Times of Glenn Gould (3 of 5)

QCA

Vem aí o ÚLTIMO Quadro Comunitário de Apoio? Significa isso que depois vamos ter que voltar a trabalhar? Trabalhar?! Isso não é FASCISMO, na saudosa definição de Pereira de Moura?

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